PARA SALVAR VIDAS NÃO PRECISA SER UM SUPER-HERÓI, BASTA SER UM DOADOR DE SANGUE; Leia coluna da Dra. Érica Andrade – Portal O Farol

PARA SALVAR VIDAS NÃO PRECISA SER UM SUPER-HERÓI, BASTA SER UM DOADOR DE SANGUE; Leia coluna da Dra. Érica Andrade

A doação dedoe sangue é uma atitude importante para auxiliar no tratamento de alguns pacientes e em casos de acidentes que demandam transfusão. A doação deve ser feita por pessoas saudáveis. Em alguns casos, o paciente não pode doar temporariamente, quando, por exemplo, está em uso de medicamentos, está com alguma infecção ou tomou uma vacina recentemente. Existem, também, as inaptidões definitivas, como por exemplo, quando se tem uma convulsão, evidência de doenças transmissíveis pelo sangue, hepatite após os 10 anos de idade ou malária.  Alguns cuidados antes e após a doação são necessários. Antes da doação é recomendado que o doador não fume por algumas horas, não beba 24h antes de doar e alimentar-se de forma leve e saudável. Após a doação, o doador deve se hidratar, não dirigir moto, nem realizar atividades de risco, fazer uma dieta leve, não beber e nem fumar. Homens e mulheres podem doar, no entanto os homens podem realizar a doação a cada 2 meses, não podendo exceder 4 doações por ano e as mulheres podem doar a cada 3 meses, não podendo exceder 3 doações por ano. Uma doação é capaz de ajudar mais de uma pessoa, afinal, os hemocomponentes (componentes do sangue) são divididos em 4 bolsas: concentrado de hemácias, concentrado de plaquetas, plasma fresco congelado e crioprecipitado.A proposta do Ministério da Saúde e dos hospitais é estimular a doação espontânea, fazendo com que elas não sejam apenas de reposição, para que não haja falta nos bancos de sangue. Se não há falta nos bancos, não há atrasos nas cirurgias, os pacientes são atendidos adequadamente e não ficarão preocupados com a possibilidade de seus procedimentos não serem realizados a tempo. Seis MOTIVOS PARA DOAR SANGUE: Porque doar sangue é gerar vida através da vida!
Existem várias dimensões para o ato de doar sangue. A dimensão subjetiva, a dimensão humanística e a dimensão social. A dimensão subjetiva é indecifrável para os outros, só compreendida por quem doa. É aqui que se situa o desprendimento humano, o querer fazer bem.
Porque doar sangue é transcender a vida!
Na dimensão humanística, “salvar vidas”, “ajudar os que necessitam”, “transferir saúde”, “compartilhar esperanças”, são fatores que explicam o ato de doar, demonstrando a imensa solidariedade presente nos povos, nos seres humanos.
Porque doar sangue é um ato de profundo humanismo e respeito ao próximo!
E a dimensão social?
É um compromisso de vida, um ato de cidadania, que representa o conhecimento e o exercício assumidos pelo indivíduo com relação aos seus direitos e deveres enquanto ser social.

Porque doar sangue é um dever do cidadão!

A dimensão social representa a tomada de consciência de uma sociedade que tem por dever saber que, para atender a demanda por transfusão de uma forma universalizada, é necessário que o cidadão, por ser detentor da matéria prima – o sangue – esteja consciente de que a doação de sangue não é apenas um ato de solidariedade, mas, sobretudo, um ato de responsabilidade.

Porque doar sangue é um ato de responsabilidade social!

E esta responsabilidade social não se deve limitar à simples doação de sangue por um cidadão. É importante que este cidadão transforme outro cidadão em doador de sangue, formando-se uma corrente de agentes multiplicadores e disseminadores da importância social da doação de sangue. Quando isto acontecer não faltará sangue para o atendimento da população e a sociedade terá realmente cumprido seu importante papel nesse processo.

Porque doar sangue é formar uma corrente de vida com a vida!

Quando, para salvar uma vida for necessária uma doação de sangue, só você cidadão, poderá fazê-lo. Por isso… ofereça-se, doe-se!  Porque com este ato você faz uma Enorme Diferença!

 

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